domingo, 14 de fevereiro de 2010

Um filme sobre Chico Xavier.



www.chicoxavierofilme.com.br

Eu fiquei muito feliz em ver este trailer. Chico e sua vida, seu exemplo, seu amor ao Cristo, ao próximo... que sejam nossa inspiração para uma sociedade mais fraterna, irmanada no amor e na paz.

O filme traz o importante caso onde uma psicografia de Chico inocentou o réu, pois seu amigo do além veio contribuir através de uma carta psicografada para demonstrar que o caso teria sido um acidente e não um homicídio.

Sobre o tema, aliás recomendo três obras:
A primeira escrita por um Promotor de Justiça de São Paulo, professor de Direito:
GONÇALVES, Edilson Santana. Os fenômenos da espiritualidade e suas repercussões na ordem jurídica penal. São Paulo: DPL Editora, 2001. (www.dpl.com.br)


E o segundo, editado pela Federação Espírita Brasileira:
TIMPONI, Miguel. A psicografia ante os tribunais, no seu tríplice aspecto: jurídico, científico, literário. Rio de Janeiro: Depto. Editorial da Federação Espírita Brasileira, 1944.

Esta segunda obra, é de incrível teor jurídico e filosófico. Um verdadeiro tratado processual com as peças na íntegra do processo movido pela família de Humberto de Campos contra Chico Xavier e a Feb, pelas obras psicografadas em que o mesmo assinava alguns poemas e mensagens publicadas em algumas obras mediúnicas (Novas Mensagens; Boa Nova; Reportagens de Além-túmulo; Brasil, coração do mundo,Pátria do Evangelho; Crônicas do Além Túmulo. Posteriormente ao ocorrido, Humberto de Campos passou a enviar as mensagens consoladoras com o pseudônimo de Irmão X.

Por fim, mas não sendo o fim, outra edição da FEB, dessa vez sobre uma obra de Lombroso, para o assombro dos juristas e cépticos positivistas, que já no fim do século XIX estudou a mediunidade e seguiu o caminho espírita;

LOMBROSO, César. Hipnotismo e Mediunidade. Trad. Almerindo Martins de Castro. 5 Ed. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 1999.





maiores informações nessa page: http://www.chicoxavierofilme.com.br/site/?page_id=777



"Carta íntima
Escuta, meu irmão! Pelo caminho
Da miséria terrestre, há muitas dores;
Muito fel, muita sombra, muito espinho,
Entre falsos prazeres tentadores.
Há feridas que sangram...


pavores
De órfãos sem lar, sem pão e sem carinho:
Confortemos os pobres sofredores,
Almas saudosas do Celeste Ninho!
Jesus há de sorrir com o teu sorriso,
Quando faças no mundo o bem preciso,
Pelo que sofre em desesperação.

Todo o bem que plantares nessa vida,
Há de esperar tua alma redimida
Nos caminhos de luz e redenção!"
(Poesia mediúnica do espírito de Auta de Souza, psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier - Parnaso de Além-Túmulo)
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Fonte do poema:
http://www.luzespirita.com/livros/franciscocandidoxavier/espiritosdiversos-parnasoalemtumulo.pdf

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domingo, 31 de janeiro de 2010

Saiu a pulbicação de meu artigo pela Revista Eletrônica de Ciências Sociais da UFJF.


Saiu a publicação da íntegra do artigo defendido no Congresso em Juiz de Fora, no ano que passou. O título do trabalho é DROGAS, VIOLÊNCIA, CRIMINALIZAÇÃO AO USO DE PSICOATIVOS E DIREITOS HUMANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE NECESSÁRIO.

Um síntese o artigo aborda que:
"Para compreendermos como se dá a relação entre a criminalização das drogas, a violência e o (des)respeito aos Direitos Humanos é necessário estabelecer uma rota para que não nos percamos num oceano de questões que surgem deste contexto. O objetivo de nossa análise é observar como se dá o discurso político e social de legitimação da violência institucionalizada com base na persecução e “demonização” das drogas (e de seus usuários), bem como vislumbrar se os Direitos Humanos podem contribuir de alguma forma para uma retomada de um debate em defesa do Direito ao respeito à diversidade. Que Direitos Humanos queremos? Qual a hegemonia que buscamos? Eis algumas questões que serão suscitadas durante este breve debate. No Brasil, seguimos a tendência controladora das individualidades através de um estereótipo de “cidadão” sem “vícios”. Para além da condenação das drogas ilícitas, avançamos para o controle das lícitas através de campanhas educativas que mais desinformam que informam o povo. As políticas relacionadas à questão das “drogas” têm hoje muito mais um cunho de controle e invasão à liberdade individual que de proteção ao indivíduo se considerarmos que é a face repressiva-criminalizante, estigmatizadora-excludente que se implementa de fato."

A revista encontra-se no seguinte endereço virtual

http://www.editoraufjf.com.br/revista/index.php/csonline/issue/current/showToc


O artigo completo pode ser lido no seguinte endereço:

http://www.editoraufjf.com.br/revista/index.php/csonline/article/viewFile/508/464

Ao fim, cito a letra da música cidadão de papelão do teatro mágico compondo uma analogia social necessária.

Espero contribuições dos leitores.

O debate é urgente e necessário...

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Hedonista: arte para ver e ouvir

Um música linda, em homenagem à mulher. Vale a pena ver, ouvir, baixar, ouvir de novo. Galldino e Marianêz Zabot, parabéns pela linda melodia e sensibilidade...





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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Campanha: eu quero uma praia limpa!



Estive hoje em Copacabana por volta das dez da manhã. Sofri nos metrôs do Rio, nessa nova linha Botafogo, e bota fogo nisso !!! Mas isso é um capítulo à parte para ser desenvolvido oportunamente.

O assunto que quero tratar é lixo e praias: combinação absurdamente vergonhosa e anti-ambiental.


Desde que cheguei ao Rio, cerca de mais de três anos atrás, sonhava em ver Copacabana.
Hoje, me entristeço cada vez que vou lá. A princesinha do mar tah virando sapo graças a nossa falta de cuidado com a limpeza da praia, com o lixo que deixamos na areia. Uma tristeza aos olhos de quem vê e ama essa praia.


Por outro lado, comerciantes desonestos cobram absurdos por um guarda-sol ou cadeira de praia, quando acham que estão falando com um turista. Hä dois dias na Barra paguei R$ 6,00 por um guarda-sol e uma cadeira de praia. O mesmo estava pagando em Ipanema um dia antes. Hoje, tiveram a insensatez em Copa de me cobrar R$ 10,00 pelo guarda-sol e R$ 6,00 pela cadeira. Quando falei a ele que estava surpresa porque estava sendo assaltada em Copacabana, o sujeito me disse: o preço é esse porque estamos em Copa!


Muito bem, desci para beira do mar contrariada e quando lá cheguei me deparei com uma água imunda, onde o mar estava "vomitando" o lixo da margem que engoliu na madrugada. Não sei como, mas as pessoas estavam sentadas naquela areia imunda e cheia de lixo e tomavam banho anquela água. Um cartão postal vergonhoso para o Rio de Janeiro. Uma ralidade vergonhosa para nosso futuro.

Por isso, vou começar a campanha, quero uma praia limpa! Levem seus lixos para a lata de lixo, levem saco plástico e juntem seus restos, afinal, somos humanos e racionais, ou estamos iludidos nessa afirmação científica?


(Andréa Wollmann)

domingo, 10 de janeiro de 2010

Luxo de Lixo...


Em reportagem hoje veiculada na Globo, destacou-se a falta de respeito ao meio ambiente que tem sido visível nas praias do Brasil há alguns anos...

A foto é de dois dias atrás, eu olhava a praia e tinha que admirar que ela ainda estava limpa!

Sim, o lixo ao lado ainda representava uma praia limpa no Rio de Janeiro, porque já vi coisas muito piores.

Mas me perguntava: qual a dificuldade de alcançar a lixeira ao fundo, das "pessoas" qu consumiram o que antes não era lixo????

A maré sobe e o lixo deixado, vai ao fundo do mar... Por vezes é egolido pelo mar. Outras vezes, a maré vomita de volta toda nossa imundície, nosso desrespeito à natureza.


Que será do futuro do mundo?

Mundo de lixo.

Lixo de mundo...

Luxo de Lixo,

Lixo do Luxo...

Luxo imundo

Lixo profundo

No fundo, luxo do lixo...

Resistirá o mundo??


(Andréa Wollmann - 10/01/2010)





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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Retrospectiva 2009....


Eram 40 minutos do dia primeiro de mais um ano.
Ela ouviu todos os fogos, mas não saiu. Ficou remexendo as gavetas do passado, vendo as fotos,
sentindo certa nostalgia, ao mesmo tempo que lembrava de momentos dolorosos. Vitórias e dores....
No balancete do ano que findara, mais alegrias, finalmente! Ou será que nos seus 37 anos nunca se dera conta disso?
Abriu um champagne à meia noite, mesmo, só. Certos rituais são necessários.
Algumas lágrimas brindavam-na nesta noite, mesmo que ela não entendesse bem porque...
O ano acabara, outro começava, mas a vida parecia continuar sem interrupções.
Como aproveitar a garganta embargada? Como gravar as lágrimas que caiam, como entender o que sentia???
Cheia de interrogações, decidiu entrar o ano só. Sim, decidiu. Poderia ter aceitado qualquer convite, mas não queria um convite qualquer... Decidiu escrever... Há tempos isso era um prazer e um estímulo. Uma fuga e um auto-retrato...
Decidiu escrever, descrever o que nem nesmo sabia...
Linhas e linhas desconexas de uma verdade que foi aparecendo, como as lágrimas da escritora...
Era preciso reconhecer: sobreviveu!!!
Era preciso agradecer: viveu! E muito!!!!
Foi feliz, mesmo diante das dificuldades... foi humana, falível, vitoriosa!
Tantas viagens em um ano, quantos amores tentados, tantos outros nem percebidos. Quantos amigos que não mais verá, quantos outros, eternos.
Queria estar numa praia, mas a noite, que parecia chuvosa, à traiu. Outras noites virão e a praia lá estará... por certo.
Lembrou que abriu a champagne e à bebeu desde a meia noite... mas não queria se embriagar... ou queria? Por certo meia garrrafa em meia hora não faria mal...
A vida embriaga mais... vem em ondas, de prazer, de trabalho, de desespero, desesperança, fé e novas esperanças... Vida! Sempre vida....
Leu as mensagens de seus conhecidos, viu as fotos do ano... refletiu... Impressionante! Nada concluiu senão a confusão de sentimentos que quiz expressar, mas não pode.
Buscou uma mensagem no Evangelho. Caiu: o Homem de bem, o exemplo de Deus. Amar os inimigos...
E perguntou-se: até quando? Quanto errei??? Em que acertei???
Um balanço ainda impossível...
Qual a diferença entre ser bom e estúpido? Até onde estamos sendo bons, ou sendo imbecís... e foi pensando, remexendo as gavetas da casa vazia, sabendo que a vida valeu a pena. Que se existem lágrimas, é porque existiram bons momentos...
Por que amou, porque se deixou amar...
POR QUE FOI, AINDA É E SEMPRE SERÁ: HUMANA!

(Andréa Wollmann, 2010)


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