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domingo, 3 de abril de 2011
Uma fala de Warat
Caros alunos, vocês vivem me ouvindo falar em Luis Warat. Não terão, infelizmente, a oportunidade de conhecer essa figura maravilhosa do direito, mas pelo menos, um pouco dele posso mostrar.
Assistam o vídeo e entendam a profundidade da visão desse grande pensador e eterno amigo.
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Assistam o vídeo e entendam a profundidade da visão desse grande pensador e eterno amigo.
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domingo, 19 de dezembro de 2010
domingo, 1 de novembro de 2009
Uma poesia em homenagem a Luis Alberto Warat
O texto a seguir foi composto na primeira noite em Buenos Aires, na tentativa de representar em poesia a iniciativa de Luis Warat em constituir uma Casa Warat, um espaço de alteridade. Encontra-se publicado em seu blog como justa homenagem pela passagem de seu aniversário que aconteceu no dia 30/10/2009. O texto está escrito em português e em uma nova linguagem patafísica: o portunhol portenho. Assim, inxiste compromisso na poesia de uma correta ortografia do espanhol. Os sons falam mais que as palavras...
Este texto foi lido durante o último Café Filosófico, sintetizando os pensamentos dos que ali se faziam presentes. A pedido de Luis, publicamos primeiro no seu blog como forma de alegrá-lo, agora colocamos também na Cátedra para que seu conteúdo seja conhecido também aqui. Porém, é necessário agradecer à Leopoldo Fidyka que com seu carinho, gentilmente cedeu suas lindas fotos de Buenos Aires para adornar o texto que se encontra originalmente publicado no seguinte endereço eletrônico:
http://luisalbertowarat.blogspot.com/2009/10/para-luis-en-su-aniversario-i.html

" Una conposicion a los Cafés Filosóficos Waratianos em Buenos Aires.
Buenos Aires inspira poesia.
A diversidade de sua arquitetura,
os olhares difer
enciados de sua gente,
as aparências singulares...
Somos tentados à representar
os sentimentos
que nos provocam
em palavras que teimam em brotar.
Uma narrativa descritiva carnavalizada.
Uma tentativa alucinada
de aproximar a emoção do objeto,
a razão do conhecimento
que só é possivel ao sentidos.
O som das falas das pessoas
nos lembram melodias repletas de sensualidade.
Ai que cambiar las possibilitas... ai que tener sentido
pero no és possible, acá, reproduzir lo qie si siente...
El ardor que rompe la piel.
El sentido del desconocido, del inesplorado
La seducion del estraño.
El sorriso del niño... de la tica...
El amor, el enamoramiento del outro,
el encantamiento de no's mismos.
Pero, a my parece que las palabras son intangíveis...
insolúveis... impossibles de seren conjugadas, acá, en otro idioma
Conpor en "portunhol portenho"... és la unica possibilitad
conpor la singularidad de la comunicacion
dos qi ablam de modos diferentes,
el habitante e el estrangero,
el estrangero e el habitante,
pero qie sin receos
si enpenhan in la conprension mútua.
Un processo de reconocimiento de la alteridad...
en q las diferenças son el actrativo del diálogo
i la comunicacion és el objeto
encantando ih seduzindo a no's otros
conpundo la poesia de la diversidad...
Una conposicion mágica...
onde ai un bruxo, un mago, un encantamiento entre el
emitente i el emissor.
Una prosa poética
capaz del aproximar los desconecidos
avançar adelante de las possibilidads recionales
de la efectividade de las relaciones de afetividad.
Una poesia del imaginário, del desejo
conposta por sinbolos noevos,
sem pretencion del acierto
conjugados para acer la ponte para noestros sonhos
inimagináveis.

Nosso desconocido intangíble.
Una construcion qie nos facilita
otra possibilidad de representacion simbólica
del encoentro con el otro.
Una nueva arquitetura de la diversidad."
Andréa Wollmann - 28/10/2009 -
Buenos Aires (0:30 da manhã)
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Este texto foi lido durante o último Café Filosófico, sintetizando os pensamentos dos que ali se faziam presentes. A pedido de Luis, publicamos primeiro no seu blog como forma de alegrá-lo, agora colocamos também na Cátedra para que seu conteúdo seja conhecido também aqui. Porém, é necessário agradecer à Leopoldo Fidyka que com seu carinho, gentilmente cedeu suas lindas fotos de Buenos Aires para adornar o texto que se encontra originalmente publicado no seguinte endereço eletrônico:
http://luisalbertowarat.blogspot.com/2009/10/para-luis-en-su-aniversario-i.html
" Una conposicion a los Cafés Filosóficos Waratianos em Buenos Aires.
Buenos Aires inspira poesia.
A diversidade de sua arquitetura,
os olhares difer
as aparências singulares...
Somos tentados à representar
os sentimentos
que nos provocam
em palavras que teimam em brotar.
Uma narrativa descritiva carnavalizada.
Uma tentativa alucinada
de aproximar a emoção do objeto,
a razão do conhecimento
que só é possivel ao sentidos.
O som das falas das pessoas
nos lembram melodias repletas de sensualidade.
Ai que cambiar las possibilitas... ai que tener sentido
pero no és possible, acá, reproduzir lo qie si siente...
El ardor que rompe la piel.
El sentido del desconocido, del inesplorado
La seducion del estraño.
El sorriso del niño... de la tica...
El amor, el enamoramiento del outro,
el encantamiento de no's mismos.
Pero, a my parece que las palabras son intangíveis...
insolúveis... impossibles de seren conjugadas, acá, en otro idioma
Conpor en "portunhol portenho"... és la unica possibilitad
conpor la singularidad de la comunicacion
dos qi ablam de modos diferentes,
el habitante e el estrangero,
el estrangero e el habitante,
pero qie sin receos
si enpenhan in la conprension mútua.
Un processo de reconocimiento de la alteridad...
en q las diferenças son el actrativo del diálogo
i la comunicacion és el objeto
encantando ih seduzindo a no's otros
conpundo la poesia de la diversidad...
Una conposicion mágica...
onde ai un bruxo, un mago, un encantamiento entre el
emitente i el emissor.
Una prosa poética
capaz del aproximar los desconecidos
avançar adelante de las possibilidads recionales
de la efectividade de las relaciones de afetividad.
Una poesia del imaginário, del desejo
conposta por sinbolos noevos,
sem pretencion del acierto
conjugados para acer la ponte para noestros sonhos
inimagináveis.
Nosso desconocido intangíble.
Una construcion qie nos facilita
otra possibilidad de representacion simbólica
del encoentro con el otro.
Una nueva arquitetura de la diversidad."
Andréa Wollmann - 28/10/2009 -
Buenos Aires (0:30 da manhã)
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domingo, 19 de julho de 2009
Por quê Cátedra Livre de Arte e Direito Clarice Lispector?

Hoje venho explicar aos leitores deste blog um pouco de sua origem, conforme excelente sugestão do professor Warat. A idéia do blog surgiu quando tive a felicidade de assessorar o professor Luis Alberto Warat aqui no Rio, no final de 2007. Na época ele tinha como projeto instituir uma Cátedra livre de arte e direito em homenagem à Clarice Lispector junto ao curso de Direito da UFRJ e o blog seria um dos mecanismos da Cátedra. O projeto era lindo e empolgante, porém, como tudo na vida, teve percalços e acabou não sendo conluído da forma como haviamos sonhado. O blog ficou adormecido desde 2007 esperando a hora certa de despertar. Há algumas semanas os dragões interiores que me fazem companhia despertaram, com um anseio louco de contribuir com o universo que me cerca. Meu desejo de escrita encontrou eco no blog, pois a escrita e a exposição de idéias no espaço virtual desta natureza não requer a metodologia da academia, possibilitando outras formas de expressão do pensamento e coleta de dados. Impulsionada pelo exemplo de Warat em seu blog ( htpp://www.luisalbertowarat.blogspot.com ), decidi expor meu dragão interior neste espaço já anteriormente criado, propriciando assim a troca de experiências e a interdiciplinariedade que tanto se faz necessária. Decidi manter o nome original, até porque Clarice Lispector é uma escritora que comove a mim, a Warat e muitos outros, bem como a idéia de uma cátedra livre de arte e direito permanece no meu sonho e nos anceios de Warat. Diante disso, hoje, este blog é um espaço que pretende contribuir com a Universidade Surrealista Popular Latino Americana, outro sonho que Warat implementa, um local permanente de discussão e reflexão acerca da realidade, da filoestética, da arte, do direito e do amor.
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