Vale a pena ouvir a poesia de Sergio Vaz, declamada em um show do Teatro Mágico, que merece estar aqui.
Visitem seu blog e conheça mais sobre esse poeta incrível!
Siga ele no twitter @poetasergiovaz
Retirado do blog do Teatro Mágico: http://oteatromagico.mus.br/wordpress/blog/2010/12/02/o-teatro-magico-sergio-vaz-sao-bernardo-do-campo-0412/
.
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Contra a dogmática do jurista, a sensibilidade da poesia...
Poema da minha querida amiga, Regina Quaresma.
Como fala Edgar Morin, a poesia é a ponte entre a sabedoria e a loucura, necessárias pidara que se possa viver a vida... em plenitude.
"Certezas Embranquecidas
Em cada verdade
Uma desconfiança
nas perfeições
paradoxos
Nas certezas
adivinhação
em absolutismos
fantasias
Para os dogmas
o presente maior
a dúvida."
Regina Quaresma
Poesia restirada do Blog Branco :
http://regina-quaresma.blogspot.com/2010/08/certezas-embranquecidas-em-cada-verdade.html
Vale a pena ler...
.
Como fala Edgar Morin, a poesia é a ponte entre a sabedoria e a loucura, necessárias pidara que se possa viver a vida... em plenitude.
"Certezas Embranquecidas
Em cada verdade
Uma desconfiança
nas perfeições
paradoxos
Nas certezas
adivinhação
em absolutismos
fantasias
Para os dogmas
o presente maior
a dúvida."
Regina Quaresma
Poesia restirada do Blog Branco :
http://regina-quaresma.blogspot.com/2010/08/certezas-embranquecidas-em-cada-verdade.html
Vale a pena ler...
.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Para pensarmos... algumas visões sobre a Favela...
Meu Barraco!
Ta vendo esse barraco moço?
Não se parece com uma casa daquelas que aparecem na revista, né?
Tá mais "praquelas" dos jornais, onde a polícia aparece de fuzil na mão para dizer que somos todos "ladrão"!
Mas não, olhe bem moço...
Bem lá no fundo...
"Pro" seu desgosto, esse é o meu cantinho,
no mundo...
no mundo...
Meu lar, meu bangaló, meu casebrinho...
Fruto de uma vida que pareceram muitas...
De muita lida, trabalho, dor e suor!
De muita lida, trabalho, dor e suor!
Tá vendo meu palácio moço? Fica no topo do mundo!
Aqui me sinto mais profundo...
Posso sentir Deus mais de perto...
Eu, por vezes,
rogo a ele que me leve em meio a uma bala perdida,
rogo a ele que me leve em meio a uma bala perdida,
de um " polícia" ou uma bala bandida,
Que sempre acha alguém para levar "pro" céu
e diminuir a dor de viver em meio a essa cidade..
e diminuir a dor de viver em meio a essa cidade..
Aqui, nessa casinha, pela janela,
vejo as estrelas, a lua mais linda e o mais lindo amanhecer...
Sim, porque me deito com a lua e amanheço antes do sol nascer para chegar ao meu trabalho...
Por isso, todo dia vejo o amanhecer mais lindo,
como um presente de Deus pelos meus esforços..
Tá vendo meu barraco, moço?
Foi construído, pedaço a pedaço,
com as sobras do que você me pagava
pelos meus serviços e meu cansaço...
pelos meus serviços e meu cansaço...
É a coisa mais linda que consegui construir
sem sua ajuda,
sem sua ajuda,
com a miséria que me serviu de remuneração
por enriquecer essa cidade com meu suor...
por enriquecer essa cidade com meu suor...
Mas também é fruto de colaboração...
Meus vizinhos, vieram todos como irmãos,
ajudar a erguer a laje.
Aqui somos assim, nos ajudamos, mutuamente...
nunca se sabe o dia de amanhã!
Tá vendo meu palácio moço? Meu tesouro?
Nele sou rei...
É meu cantinho do céu na terra.
E nele sou cidadão como você!
Embora, muitas vezes, eu não saiba disso e você, não me reconheça ou perceba...
Olho pela janela e vejo a cidade maravilhosa..
Muitas vezes, sem nenhuma maravilha...
Aqui vejo o Cristo de braços abertos,
lembrando que Ele também nasceu numa simples manjedoura...
Que foi crucificado e humilhado em vida
Para reinar na glória
e dividir a história
em dois tempos!
e dividir a história
em dois tempos!
E ser luz desde então...
Tá vendo a minha casa moço?
Ela não é feia nem comunidade, nem favela!
E mesmo que você me cerque em muros...
Mesmo que você me esconda...
Ela ainda existe, suporta, sua indiferença!
Ela é a coisa mais bela que construi!
Me abriga, me protege, me conforta
enquanto eu preciso transitar por aqui!
Tenho certeza, que um dia,
quando não valha mais na vida o que se tem,
mas o que se é ou fez da vida em nome do amor...
Vais me encontrará noutra morada,
talvez mais bela e iluminada
por nosso Senhor,
mas não menos fruto
de meu suor, sacrifício,
trabalho, esperança
fé, renúcia e amor!
Tá vendo a minha casa moço??
(Andréa Wollmann. 12/05/2010)
O que passa sobre as favelas fora daqui... é muito ruim, depreciativo, ampliando a estigmatização negativa de toda uma população de cidadãos esquecidos pelo Estado, salvo pelas políticas policiais e criminalizantes. Mas o mais grave é que, o que passa sobre favelas aqui, ou comunidades, é muito pior, mais depreciativo e vergonhoso!
O que passa sobre as favelas fora daqui... é muito ruim, depreciativo, ampliando a estigmatização negativa de toda uma população de cidadãos esquecidos pelo Estado, salvo pelas políticas policiais e criminalizantes. Mas o mais grave é que, o que passa sobre favelas aqui, ou comunidades, é muito pior, mais depreciativo e vergonhoso!
.
sábado, 8 de maio de 2010
Outra vez, poesia...
Engraçado como todo encontro com meu amigo Nill acaba gerando poesia. Poetinha das Flores, espero que goste do que nosso diálogo inspirou. Grande beijo caro amigo.
- Faz tempo que não conversamos poetinha, tudo bem ai?
- Verdade. Comigo está tudo ótimo e contigo, minha doce poetiza, tudo bem contigo?
- Ah, ando sofrendo do coração... fase boa para escrever poesia, dizem que os versos escorrem para o papel no auge do sentimento ou da contrariedade.
Sorrimos...
- Também creio nisso poetiza... Preciso experimentar novas tentativas... No sucesso ou no fracasso, formamos versos. Preciso de alimento para minha poetica e minha alma..
- É por ai meu caro, por ai... A cada tentativa o coração muda de forma, a media que vamos colando os pedaços que sobram... Somos sempre novo Vangog.
- Sim, a cada nova tentativa descubro que uma parte de mim quer viver sozinho... E essa parte sou quase eu inteiro...
- Entendo, deve ser por isso que essa nossa parte, livre, se perde do restante que ainda sobra, caído ao chão junto com as ilusões que se quebraram. Recolhemos os restos e a parte que quer viver sozinha, cria asas e voa, vira verso. Quando voamos, no auge da felicidade, os versos nos mantém, de alguma forma, com os pés no chão, deixando nosso coração voar e a nossa cabeça nas nuvens.
- Minha doce poetiza... preciso ir, esta frio aqui. Eu volto, gosto de falar contigo...
- Mas já, nem fizemos poesia... Que seu coração esteja aquecido doce poetinha.
- Pena que, nem sempre, nos encontramos...
- Que o seu coraçãozinho sensibilizado também esteja aquecido poetiza, precisamos dele assim... quentinho... e, por vezes, quietinho... Um beijo doce para você, linda poetiza...
- Você tem toda razão, embora a razão por vezes não alivie o sentimento... Os versos o contém.
Um beijo poetinha.
- Até... outra poesia."
.
- Faz tempo que não conversamos poetinha, tudo bem ai?
- Verdade. Comigo está tudo ótimo e contigo, minha doce poetiza, tudo bem contigo?
- Ah, ando sofrendo do coração... fase boa para escrever poesia, dizem que os versos escorrem para o papel no auge do sentimento ou da contrariedade.Sorrimos...
- Também creio nisso poetiza... Preciso experimentar novas tentativas... No sucesso ou no fracasso, formamos versos. Preciso de alimento para minha poetica e minha alma..
- É por ai meu caro, por ai... A cada tentativa o coração muda de forma, a media que vamos colando os pedaços que sobram... Somos sempre novo Vangog.
- Sim, a cada nova tentativa descubro que uma parte de mim quer viver sozinho... E essa parte sou quase eu inteiro...
- Entendo, deve ser por isso que essa nossa parte, livre, se perde do restante que ainda sobra, caído ao chão junto com as ilusões que se quebraram. Recolhemos os restos e a parte que quer viver sozinha, cria asas e voa, vira verso. Quando voamos, no auge da felicidade, os versos nos mantém, de alguma forma, com os pés no chão, deixando nosso coração voar e a nossa cabeça nas nuvens.- Minha doce poetiza... preciso ir, esta frio aqui. Eu volto, gosto de falar contigo...
- Mas já, nem fizemos poesia... Que seu coração esteja aquecido doce poetinha.
- Pena que, nem sempre, nos encontramos...
- Verdade... Tudo a seu tempo...
- Que o seu coraçãozinho sensibilizado também esteja aquecido poetiza, precisamos dele assim... quentinho... e, por vezes, quietinho... Um beijo doce para você, linda poetiza...- Você tem toda razão, embora a razão por vezes não alivie o sentimento... Os versos o contém.
Um beijo poetinha.
- Até mais poetiza. Até outro novo encontro...
(Andréa Wollmann - 08/05/2010).
.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Inacreditável como os versos podem chorar...
Desapontamento.
Que era você
Embalaria meus sonhos de felicidade
Que nossos corpos se completaram
Se uniram em sintonia
E nossas almas se acalentaram como a muito eu procurava.
Eu não acreditei que era verdade
Que era você...
Que vi sua alma nos olhos que fitei em lágrimas
Que tua voz suave e macia desaparecia
Nos gritos que eu ouvia
Ao longe...
Que a doçura de teus lábios
Tanto fel nas palavras que verteram da tua boca
Eu não acreditei no que ouvi
Eu não quis acreditar que era você
Não você...
Não eram meus sonhos pisados no chão
Não eram
Alguma loucura se fazia presente...
Não eram minhas as lágrimas, não, não eram...
Não era você, não era eu... Não era para ser
"Eu pensei que era verdade
Que a doçura dos teus beijos
Seriam a doçura dos meus dias
E que a melodia da tua voz
Embalaria meus sonhos de felicidade
Que nossos corpos se completaram
Se uniram em sintonia
E nossas almas se acalentaram como a muito eu procurava.
Eu não acreditei que era verdade
Que era você...
Que vi sua alma nos olhos que fitei em lágrimas
Que tua voz suave e macia desaparecia
Nos gritos que eu ouvia
Ao longe...
Que a doçura de teus lábios
Pudessem guardar tanto veneno amargo
Tanto fel nas palavras que verteram da tua boca
Eu não acreditei no que ouvi
Eu não quis acreditar que era você
Tão distante, tão frio, tão cruel
Não você
Não eram meus sonhos pisados no chão
Não eram
Alguma loucura se fazia presente...
Não eram minhas as lágrimas, não, não eram...
Não era você, não era eu... Não era para ser
Não eramos nós."
(Andréa Wollmann - 29/04/2010)
.
.
Mais de minhas divagações e devaneios... deixa o coração sangrar em versos...
“Porque tão rápido?
Porque tudo que nos expõe, também pode nos ferir?
Porque me agarro a ilusões, se teus olhos me revelaram algo que não existiu? Se tua boca não sussurra uma canção de amor?
Um momento mágico vale mil palavras azedas? Mil nadas que se revestiram em alfinetadas na alma que estava ali, deitada, indefesa em suas mãos?
Ah, coração vagabundo que não quer mais bater...
Insiste em sangrar amores perdidos...
Porque se entrega sem temer a quem não saberá te cuidar?
Ah, olhar distante perdido em sonhos...
Acaso esses olhos gostam de permanecer marejados?
Porque deixamos o inverno gelar nossa face?
Porque não sabemos sorrir por mais tempo, mais tempo, mais tempo...
Acaso as lágrimas fazem mais bela face que o sorriso do sonho???
Porque o sonho passa tão rápido? Por que temos que acordar, por quê???
Como as folhas de outono caem, nossos sonhos vão ao chão...
Porque não somos primavera de desejo
Porque não permanecemos no calor do verão???
Outono se fez inverno... Por quê?
Para que distrair os opostos se não estamos dispostos a atraí-los?
Mil palavras azedas valem um momento mágico?
Palavras valem mil momentos?
Mil palavras, um momento mágico...
Palavras mágicas de um momento...
Palavras azedas...
Nem um mágico momento... Tormento!
Um momento...
Que malvada a má temática que fizemos da vida?!”
(Andréa Wollmann 29/04/2010).
.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Retrospectiva 2009....

Eram 40 minutos do dia primeiro de mais um ano.
Ela ouviu todos os fogos, mas não saiu. Ficou remexendo as gavetas do passado, vendo as fotos,
sentindo certa nostalgia, ao mesmo tempo que lembrava de momentos dolorosos. Vitórias e dores....
No balancete do ano que findara, mais alegrias, finalmente! Ou será que nos seus 37 anos nunca se dera conta disso?
Abriu um champagne à meia noite, mesmo, só. Certos rituais são necessários.
Algumas lágrimas brindavam-na nesta noite, mesmo que ela não entendesse bem porque...
O ano acabara, outro começava, mas a vida parecia continuar sem interrupções.
Como aproveitar a garganta embargada? Como gravar as lágrimas que caiam, como entender o que sentia???
Cheia de interrogações, decidiu entrar o ano só. Sim, decidiu. Poderia ter aceitado qualquer convite, mas não queria um convite qualquer... Decidiu escrever... Há tempos isso era um prazer e um estímulo. Uma fuga e um auto-retrato...
Decidiu escrever, descrever o que nem nesmo sabia...
Linhas e linhas desconexas de uma verdade que foi aparecendo, como as lágrimas da escritora...
Era preciso reconhecer: sobreviveu!!!
Era preciso agradecer: viveu! E muito!!!!
Foi feliz, mesmo diante das dificuldades... foi humana, falível, vitoriosa!
Tantas viagens em um ano, quantos amores tentados, tantos outros nem p
Queria estar numa praia, mas a noite, que parecia chuvosa, à traiu. Outras noites virão e a praia lá estará... por certo.
Lembrou que abriu a champagne e à bebeu desde a meia noite... mas não queria se embriagar... ou queria? Por certo meia garrrafa em meia hora não faria mal...
A vida embriaga mais... vem em ondas, de prazer, de trabalho, de desespero, desesperança, fé e novas esperanças... Vida! Sempre vida....
Leu as mensagens de seus conhecidos, viu as fotos do ano... refletiu... Impressionante! Nada concluiu senão a confusão de sentimentos que quiz expressar, mas não pode.
Buscou uma mensagem no Evangelho. Caiu: o Homem de bem, o exemplo de Deus. Amar os inimigos...
E perguntou-se: até quando? Quanto errei??? Em que acertei???
Um balanço ainda impossível...
Qual a diferença entre ser bom e estúpido? Até onde estamos sendo bons, ou sendo imbecís... e foi pensando, remexendo as gavetas da casa vazia, sabendo que a vida valeu a pena. Que se existem lágrimas, é porque existiram bons momentos...
Por que amou, porque se deixou amar...
POR QUE FOI, AINDA É E SEMPRE SERÁ: HUMANA!
(Andréa Wollmann, 2010)
.
domingo, 1 de novembro de 2009
Uma poesia em homenagem a Luis Alberto Warat
O texto a seguir foi composto na primeira noite em Buenos Aires, na tentativa de representar em poesia a iniciativa de Luis Warat em constituir uma Casa Warat, um espaço de alteridade. Encontra-se publicado em seu blog como justa homenagem pela passagem de seu aniversário que aconteceu no dia 30/10/2009. O texto está escrito em português e em uma nova linguagem patafísica: o portunhol portenho. Assim, inxiste compromisso na poesia de uma correta ortografia do espanhol. Os sons falam mais que as palavras...
Este texto foi lido durante o último Café Filosófico, sintetizando os pensamentos dos que ali se faziam presentes. A pedido de Luis, publicamos primeiro no seu blog como forma de alegrá-lo, agora colocamos também na Cátedra para que seu conteúdo seja conhecido também aqui. Porém, é necessário agradecer à Leopoldo Fidyka que com seu carinho, gentilmente cedeu suas lindas fotos de Buenos Aires para adornar o texto que se encontra originalmente publicado no seguinte endereço eletrônico:
http://luisalbertowarat.blogspot.com/2009/10/para-luis-en-su-aniversario-i.html

" Una conposicion a los Cafés Filosóficos Waratianos em Buenos Aires.
Buenos Aires inspira poesia.
A diversidade de sua arquitetura,
os olhares difer
enciados de sua gente,
as aparências singulares...
Somos tentados à representar
os sentimentos
que nos provocam
em palavras que teimam em brotar.
Uma narrativa descritiva carnavalizada.
Uma tentativa alucinada
de aproximar a emoção do objeto,
a razão do conhecimento
que só é possivel ao sentidos.
O som das falas das pessoas
nos lembram melodias repletas de sensualidade.
Ai que cambiar las possibilitas... ai que tener sentido
pero no és possible, acá, reproduzir lo qie si siente...
El ardor que rompe la piel.
El sentido del desconocido, del inesplorado
La seducion del estraño.
El sorriso del niño... de la tica...
El amor, el enamoramiento del outro,
el encantamiento de no's mismos.
Pero, a my parece que las palabras son intangíveis...
insolúveis... impossibles de seren conjugadas, acá, en otro idioma
Conpor en "portunhol portenho"... és la unica possibilitad
conpor la singularidad de la comunicacion
dos qi ablam de modos diferentes,
el habitante e el estrangero,
el estrangero e el habitante,
pero qie sin receos
si enpenhan in la conprension mútua.
Un processo de reconocimiento de la alteridad...
en q las diferenças son el actrativo del diálogo
i la comunicacion és el objeto
encantando ih seduzindo a no's otros
conpundo la poesia de la diversidad...
Una conposicion mágica...
onde ai un bruxo, un mago, un encantamiento entre el
emitente i el emissor.
Una prosa poética
capaz del aproximar los desconecidos
avançar adelante de las possibilidads recionales
de la efectividade de las relaciones de afetividad.
Una poesia del imaginário, del desejo
conposta por sinbolos noevos,
sem pretencion del acierto
conjugados para acer la ponte para noestros sonhos
inimagináveis.

Nosso desconocido intangíble.
Una construcion qie nos facilita
otra possibilidad de representacion simbólica
del encoentro con el otro.
Una nueva arquitetura de la diversidad."
Andréa Wollmann - 28/10/2009 -
Buenos Aires (0:30 da manhã)
.
Este texto foi lido durante o último Café Filosófico, sintetizando os pensamentos dos que ali se faziam presentes. A pedido de Luis, publicamos primeiro no seu blog como forma de alegrá-lo, agora colocamos também na Cátedra para que seu conteúdo seja conhecido também aqui. Porém, é necessário agradecer à Leopoldo Fidyka que com seu carinho, gentilmente cedeu suas lindas fotos de Buenos Aires para adornar o texto que se encontra originalmente publicado no seguinte endereço eletrônico:
http://luisalbertowarat.blogspot.com/2009/10/para-luis-en-su-aniversario-i.html
" Una conposicion a los Cafés Filosóficos Waratianos em Buenos Aires.
Buenos Aires inspira poesia.
A diversidade de sua arquitetura,
os olhares difer
as aparências singulares...
Somos tentados à representar
os sentimentos
que nos provocam
em palavras que teimam em brotar.
Uma narrativa descritiva carnavalizada.
Uma tentativa alucinada
de aproximar a emoção do objeto,
a razão do conhecimento
que só é possivel ao sentidos.
O som das falas das pessoas
nos lembram melodias repletas de sensualidade.
Ai que cambiar las possibilitas... ai que tener sentido
pero no és possible, acá, reproduzir lo qie si siente...
El ardor que rompe la piel.
El sentido del desconocido, del inesplorado
La seducion del estraño.
El sorriso del niño... de la tica...
El amor, el enamoramiento del outro,
el encantamiento de no's mismos.
Pero, a my parece que las palabras son intangíveis...
insolúveis... impossibles de seren conjugadas, acá, en otro idioma
Conpor en "portunhol portenho"... és la unica possibilitad
conpor la singularidad de la comunicacion
dos qi ablam de modos diferentes,
el habitante e el estrangero,
el estrangero e el habitante,
pero qie sin receos
si enpenhan in la conprension mútua.
Un processo de reconocimiento de la alteridad...
en q las diferenças son el actrativo del diálogo
i la comunicacion és el objeto
encantando ih seduzindo a no's otros
conpundo la poesia de la diversidad...
Una conposicion mágica...
onde ai un bruxo, un mago, un encantamiento entre el
emitente i el emissor.
Una prosa poética
capaz del aproximar los desconecidos
avançar adelante de las possibilidads recionales
de la efectividade de las relaciones de afetividad.
Una poesia del imaginário, del desejo
conposta por sinbolos noevos,
sem pretencion del acierto
conjugados para acer la ponte para noestros sonhos
inimagináveis.
Nosso desconocido intangíble.
Una construcion qie nos facilita
otra possibilidad de representacion simbólica
del encoentro con el otro.
Una nueva arquitetura de la diversidad."
Andréa Wollmann - 28/10/2009 -
Buenos Aires (0:30 da manhã)
.
Marcadores:
alteridade,
Casa Warat,
história do blog,
Poesia,
Warat
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Desatino - em homenagem à Buenos Aires
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Um pouco de cultura brasileira
Há anos vejo Rolando Boldrin trabalhando pela cultura brasileira. Deixo o vídeo como homenagem àqueles que não se cansam de suas lutas e seus ideias.
"Deus nos faça brasileiros, criador e criatura, um documento da raça pela graça da mistura..."
Alunos de TGE, o clipe serve para pensarmos a forma pela qual se cria o sentimento de nação. Exercício interessante é distinguir o sentido das palavras: raça, nação, povo, cultura, etc.
"Deus nos faça brasileiros, criador e criatura, um documento da raça pela graça da mistura..."
Alunos de TGE, o clipe serve para pensarmos a forma pela qual se cria o sentimento de nação. Exercício interessante é distinguir o sentido das palavras: raça, nação, povo, cultura, etc.
Marcadores:
As tres meninas do Brasil,
música,
Poesia,
vídeo
sábado, 1 de agosto de 2009
Uma poesia singular.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Para quem reclamou da ausência da poesia

"Tanto a dizer
Tanto a expor
Tudo a propor
Tantos verbos ainda não conjugados
Palavras que não foram escritas...
E as idéias
Frente ao branco papel
Dão "branco"...
Um ponto,
E vejo o universo
Sinto o verso
Latente
Pulsando
Infiel,
Escorrer por entre os dedos.
Nenhum rabisco,
E o papel
Em branco
Demonstra
O quanto
É difícil
Expor o que se sente
E a mente
Estéril
Dá "branco"
Pois não sabe
fazer caber
No papel branco
O universo de pensamentos
coloridos
Eivados de sentimentos
Que não consegue
Descrever."
(Andréa Wollmann - julho/2009)
domingo, 19 de julho de 2009
Introdução

O texto a seguir foi retirado da minha contribuição no blog Heterodoxias: http://razoar.blogspot.com
"Venho participar deste espaço de idéias na esperança de que meu pensar possa contribuir de alguma forma para o leitor. Mas a bem da verdade, escrever é um ato solitário, cujo objetivo não é outro senão o expressar daquilo que sente o escritor. Interessante porém, notar, que a figura do leitor é necessária, sem o qual, nada do que está escrito fará qualquer sentido. Mesmo nas nossas frases soltas, a alteridade é permanente. Somos aquilo que conseguimos expressar, ou o resultado do que se o expectador consegue compreender? Como diz Warat, só existimos a partir da percepção do outro e nos reconhecemos neste diálogo. Começo pois, a dialogar, e nesse monólogo, exponho a jóia mais preciosa que posso possuir, meus desejos secretos, a imagem dos meus dragões interiores... que venham meus interlocutores.
Começo, exercitando minha veia poética...

Interroga ação...
E, se eu não desejar ficar?
Se tudo que busco, for o incerto?
E se o meu querer for
possibilidade da troca incessante...
fluxo da vida
correr, ter asas, voar...
Se não suportar a dor de andar
a passo vagaroso,
necessário
ao te acompanhar...
Se da vida,
o que procuro
é existir...
E se não buscar ser permanente,
sólida, presente...
mas eterna, como lembrança?
Se desejar a constante
dúvida diante da certeza
posta, morta, imutável... incerta.
Que será?
se o que quero não me permitir ficar...
se teu pranto não me deixar partir?
Serei menos eu, aqui,
pedra, esteio, caminho...
ou só, serei eu..
a voar
pluma... plena
no céu, estrela...
passarinho.
(Andréa Wollmann - 28/06/09)
domingo, 28 de junho de 2009
Fecho a madrugada com esta poesia do Teatro Mágico para nossa reflexão:
Insetos interiores
(Teatro Mágico - Fernando Anitelli)
Notas de um observador:
Existem milhões de insetos almáticos.
Alguns rastejam, outros poucos correm.
A maioria prefere não se mexer.
Grandes e pequenos.
Redondos e triangulares,
de qualquer forma são todos quadrados.
Ovários, oriundos de variadas raízes radicais.
Ramificações da célula rainha.
Desprovidos de asas,
não voam nem nadam.
Possuem vida, mas não sabem.
Duvidam do corpo,
queimam seus filmes e suas floras.
Para eles, tudo é capaz de ser impossível.
Alimentam-se de nós, nossa paz e ciência.
Regurgitam assuntos e sintomas.
Avoam e bebericam sobre as fezes.
Descansam sobre a carniça,
repousam-se no lodo,
lactobacilos vomitados sonhando espermatozóides que não são.
Assim são os insetos interiores.
A futilidade encarrega se de “mais tralos’.
São inóspitos, nocivos, poluentes.
Abusam da própria miséria intelectual,
das mazelas vizinhas, do câncer e da raiva alheia.
O veneno se refugia no espelho do armário.
Antes do sono, o beijo de boa noite.
Antes da insônia, a benção.
Arriscam a partilha do tecido que nunca se dissipa.
A família.
São soníferos, chagas sem curas.
Não reproduzem, são inférteis, infiéis, “infértebrados”.
Arrancam as cabeças de suas fêmeas,
Cortam os troncos,
Urinam nos rios e nas somas dos desagravos, greves e desapegos.
Esquecem-se de si.
Pontuam-se
A cria que se crie, a dona que se dane.
Os insetos interiores proliferam-se assim:
Na morte e na merda.
Seus sintomas?
Um calor gélido e ansiado na boca do estômago.
Uma sensação de: o que é mesmo que se passa?
Um certo estado de humilhação conformada o que parece bem vindo e quisto.
É mais fácil aturar a tristeza generalizada
Que romper com as correntes de preguiça e mal dizer.
Silenciam-se no holocausto da subserviência
O organismo não se anima mais.
E assim, animais ou menos assim,
Descompromissados com o próprio rumo.
Desprovidos de caráter e coragem,
Desatentos ao próprio tesouro...caem.
Desacordam todos os dias,
não mensuram suas perdas e imposturas.
Não almejam, não alma, já não mais amor.
Assim são os insetos interiores.
sábado, 27 de junho de 2009
Uma poesia sobre a Justiça

Ju$ti$$a!
(Andréa Wollmann, abril/2006)
Que tormento é ser a vítima...
Que tormento é ser o autor...
Nos corredores da Justiça!
Que é cega...
Somos impotentes ante a decisão
De um outro cidadão...
Com todo o poder de decisão.
Qual é a sensação de ter o destino do semelhante nas mãos?
Que martírio deve ser perguntar-se: Fiz Justiça?
E nos bastidores do processo
Que é uma peça de tormento
Onde monólogos de acusação e defesa se engalfinham
Não há vencedores...
Decide-se sobre as vidas humanas
Que são meras peças do jogo do Poder...
Partes e advogados, juízes e promotores, funcionários e oficiais..
Personagens a serviço da Justiça...
Mas que justiça?
O que é Justiça?
O que é legalidade?
O que é verdade?
Provas e verdades...
Falsas verdades...
Alegações...
Vícios, preguiça....
Descaso...
Descomprometimento...
Tormento...
Humanidade...
Ou seria desumano todo esse sofrimento?
Ah! A tortura do processo...
Onde o homem traz para si
A responsabilidade pela decisão de destinos...
Martírio... dor... sofrimento, esperança...
E uma esperada Sentença
Impondo a decisão
Numa solenidade, insolene
Onde se brinca de fazer Justiça!
E as vidas? Ah... as vidas...
Ficam suspensas a espera da decisão
Dias, meses, anos... horas
De desesperança, desespero e confusão...
Enquanto aguardam do Deus homem... cidadão
Limitado aos autos,
Cego a vida...
Com a balança vergada
Pelas experiências que teve,
Pelos valores que recebeu...
E com a espada em suas mãos...
Decide.
Bravos!!!! Menos um processo!!!
Ah... egoísmo atroz...
Ausência de empatia...
Ele tem de ser Neutro!
Clama a Ju$Ti$$a ... cega...
Outras vozes dizem:
Deve ser Imparcial!
Mas como decidir com imparcialidade?
Como fazer Justiça de verdade?
Num mundo tão desigual...
Como proteger os mais fracos?
Como equiparar os desiguais... na imparcialidade?
Mas clamam os tambores do poder:
Calma meu caro! Temos de manter a Razão acima da emoção!!!!
E o injustiçado, clama: JUSTIÇA!!!!!
Que Justiça?
O que é a Justiça?
Que tormento ser vítima...
Que tormento ser autor...
Que tormento ser réu...
Que tormento ser juiz...
Que tormento estar...
Indefeso....
Nos corredores da Ju$ti$$a!!!!!!!
Assinar:
Postagens (Atom)









