quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Evento na UERJ com Joel Birman

Um evento que vale a pena se realizara na UERJ, no dia 27/11/2009.
Segue o convite






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O Movimento estudantil ainda luta... contra a discriminação e o preconceito!

Cerca de 250 alunos da UnB (Universidade de Brasília) fizeram protesto nesta quarta-feira (11) em apoio à estudante Geisy Arruda. Às 14h, cerca de 250 estudantes foram à reitoria da instituição nus ou com pouca roupa, em protesto à atitude considerada por eles como "machista" dos estudantes da Uniban de São Bernardo do Campo. Os universitários também reivindicam políticas institucionais para a segurança da mulher na universidade.




Também existe um manifesto sobre o assunto na page do Prof. Alexandre da Rosa que vale a pena ser conferido: http://alexandremoraisdarosa.blogspot.com/2009/11/uniban-e-violencia.html#links

Também ver o blog: http://autonomiadasmulheres.blogspot.com/



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IX Seminário de Direito Constitucional



Divulgando o convite que me foi repassado por minha querida amiga Regina Quaresma.



Um evento digno de destaque.

Ingressos a cada palestra são 1 lata de leite em pó.

Esterei presidindo a mesa da tarde no dia 24/11.

Participem!



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O que fizemos de nossos índios?


Visitando as Missões, uma emoção nos percorre as veias... a lembrança de Sepé dizendo que "esta terra têm dono" nos percorre...
Mas se observarmos a história transformada em maquete para mostrar como éram os povos missioneiros não nos daremos conta da realidade que nos cerca...
Que fizemos de nossos índios? Nem cidadãos, nem um povo... nem uma cultura... nem branco, nem índio... nunca incluído, nem mesmo nas estatísticas oficiais...
Que fizemos de nossos índios?

Texto e foto originalmente postado em: http://www.fotolog.com.br/surrealismodarua/73749979

Neste lugar está nascendo o surrealismo mágico segundo Warat.





Foto de Andréa Wollmann postada originariamente em : http://www.fotolog.com.br/surrealismodarua/73752794




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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A Lua Chora sobre as Missões Guaranis


Na passagem do surrealismo pelas ruínas Missioneiras, a Lua chorou sobre as Missões...

Um choro silencioso que falava à alma, falava de Sepé Tiarajú, de um povo que um dia habitou aquele espaço e que mesmo após ser dizimado, continua a dizer: esta terra tem dono...

Nos pergunta a Lua: que fizeram de nossos índios?



(texto e foto de Andréa Wollmann - www.catedralivreartedireitoclaricelispect.blogspot.com)

Texto originalmente postado em : http://www.fotolog.com.br/surrealismodarua/73905152



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Que fizemos de nossos índios?


Em um texto de Débora Urquieta observa-se a denuncia da situação dos índios no Perú, ela refere:"todos son cidadanos... pero los indígenas no¨.

O mesmo pode-se ver no Brasil, na América Latina...

Nossos irmãos não são nem cidadãos, nem uma parte integrante das estatísticas... ficam a mercê de classificações, de instrumentos legais, de nossa indiferença, de nossa falta de sensibilidade.

Mas eles resistem!

Como na música de Caetano Veloso:

"um índio descerá de uma estrela colorida brilhante
de uma estrela que virá numa velocidade estonteante
e pousará no coraçao do hemisfério sul
na américa num claro instante
depois de exterminada a uma naçao indígena
e o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
mais avançada que a mais avançada
das mais avançadas tecnologias
virá impávido que nem Muhamed Ali
virá que eu vi
apaixonadamente como Peri
vira que eu vi
tranquilo e infalível como Bruce Lee
virá que eu vi
o axé do afoxé, filhos de Gandhi
virá
um índio preservado em pleno corpo físico".

(texto de Andréa Wollmann e Leopoldo Fidyka)
(foto de Andréa Wollmann - que fizemos de nossos índios?)

texto originalmente publicado em:
http://www.fotolog.com.br/casawarat/69028949



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domingo, 8 de novembro de 2009

A terceira margem do Rio

(música de Caetano Veloso e Milton Nascimento)







" Oco de pau que diz:
Eu sou madeira, beira
Boa, dá vau, triztriz
Risca certeira
Meio a meio o rio ri
Silencioso, sério
Nosso pai não diz, diz:
Risca terceira


Água da palavra
Água calada, pura
Água da palavra
Água de rosa dura
Proa da palavra

Duro silêncio, nosso pai

Margem da palavra
Entre as escuras duas
Margens da palavra
Clareira, luz madura
Rosa da palavra
Puro silêncio, nosso pai

Meio a meio o rio ri
Por entre as árvores da vida
O rio riu, ri
Por sob a risca da canoa
O rio riu, ri
O que ninguém jamais olvida
Ouvi, ouvi, ouvi
A voz das águas

Asa da palavra
Asa parada agora
Casa da palavra
Onde o silêncio mora
Brasa da palavra
A hora clara, nosso pai

Hora da palavra
Quando não se diz nada
Fora da palavra
Quando mais dentro aflora
Tora da palavra
Rio, pau enorme, nosso pai"



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